segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Azul é a Cor Mais Quente


  Azul é a Cor Mais Quente é um filme francês, lindo, maravilhoso, divino. Sim, tem duas meninas se beijando nessa foto. E continua sendo um filme lindo. 
  Bem, eu sou meio suspeita, acho a maioria dos filmes estrangeiros incríveis, pelo menos os que eu assisti até agora, como o também francês O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, que é incrível! Mas enfim, Azul é a Cor Mais Quente foi inspirado nas histórias de quadrinho de Julie Maroh, Le Bleu est une couleur chaude, e conta a história de Adèle, uma adolescente de 15 anos que se vê frustrada quando não se interessa por um cara muito gato da escola, e com as amigas a pressionando ela se vê perdida e confusa... Até que ela encontra Emma. 


  Emma tem cabelos azuis, e o primeiro encontro delas é atravessando uma rua. Sabe aquele momento em que você vê uma pessoa qualquer e se apaixona por ela mas sabe que possivelmente nunca mais vai ver ela de novo? Pois é... O interessante, é que na aula de literatura francesa de Adèle, o professor está falando justamente desses encontros e do vazio que eles deixam na gente... E então vem Emma. 
  E Adèle se viu apaixonada, não por um rapaz, mas por uma garota baixinha com jeito de menino e de cabelos azuis. E elas se reencontram, e se apaixonam. 

As atrizes Adèle Exarchopoulos (Adèle) e Léa Seydoux (Emma) interpretam demais! Adèle ganhou vários prêmios de Atriz Revelação.
  O mais legal do filme, é que, por mais que tenha muita sacanagem leia-se putaria pra caramba, você não sente como se estivesse vendo um filme de lésbicas, mas um filme de romance. Um romance lindo, sincero, amor mesmo. E aí, aquele preconceito vai embora, e só deixa a vontade de ver os olhares das protagonistas. Outra coisa, os olhares. Adèle é daquelas figuras que falam com os olhos, e não precisam de mais nada. 


  A fotografia é incrível, o jeito desengonçado da Adèle e intelectual da Emma são super apaixonantes, e quando o preconceito surge, dá vontade de defender elas, dá vontade de chorar e dizer: não tá errado, se é sincero, não tá errado! 


  E, para a alegria geral da nação, está disponível no Netflix!



O "quadrinho" foi lançado no Brasil pela Martins Fontes.

3 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Olá Luana!
    Ler seus escritos é como uma conversa daquelas na cozinha: que se tem de pijama, uma xícara de chá nas mãos e um bolo quentinho à mesa.
    Escreva, escreva, escreva muito e mais.
    Beijos

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  3. Oi Wacinom! Como pode eu só ter visto seu comentário lindo agora? Muito muito muito obrigada <3

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